Friday, January 08, 2010
Tuesday, December 29, 2009
Medo!
O medo é um sentimento poderoso. Acho que no momento é o sentimento que tem prevalecido no Ocidente. O dicionário Caldas Aulete define medo como “sentimento inquietante que se tem diante de perigo ou ameaça”. Esse ‘sentimento inquietante’ está acabando com as relações no ambiente de trabalho.
É impressionante o que fornecedores, colegas e clientes são capazes de fazer motivados pelo medo de perder o emprego. Dá medo.
É impressionante o que fornecedores, colegas e clientes são capazes de fazer motivados pelo medo de perder o emprego. Dá medo.
Personality goes a long way.
Vincent: Want some bacon?
Jules: No man, I don't eat pork.
Vincent: Are you Jewish?
Jules: Nah, I ain't Jewish, I just don't dig on swine, that's all.
Vincent: Why not?
Jules: Pigs are filthy animals. I don't eat filthy animals.
Vincent: Bacon tastes gooood. Pork chops taste gooood.
Jules: Hey, sewer rat may taste like pumpkin pie, but I'd never know 'cause I wouldn't eat the filthy motherfucker. Pigs sleep and root in shit. That's a filthy animal. I ain't eat nothin' that ain't got sense enough to disregard its own feces.
Vincent: How about a dog? Dogs eats its own feces.
Jules: I don't eat dog either.
Vincent: Yeah, but do you consider a dog to be a filthy animal?
Jules: I wouldn't go so far as to call a dog filthy but they're definitely dirty. But, a dog's got personality. Personality goes a long way.
Vincent: Ah, so by that rationale, if a pig had a better personality, he would cease to be a filthy animal. Is that true?
Jules: Well we'd have to be talkin' about one charming motherfuckin' pig. I mean he'd have to be ten times more charmin' than that Arnold on Green Acres, you know what I'm sayin'?
Dialogue from "Pulp Fiction".
Jules: No man, I don't eat pork.
Vincent: Are you Jewish?
Jules: Nah, I ain't Jewish, I just don't dig on swine, that's all.
Vincent: Why not?
Jules: Pigs are filthy animals. I don't eat filthy animals.
Vincent: Bacon tastes gooood. Pork chops taste gooood.
Jules: Hey, sewer rat may taste like pumpkin pie, but I'd never know 'cause I wouldn't eat the filthy motherfucker. Pigs sleep and root in shit. That's a filthy animal. I ain't eat nothin' that ain't got sense enough to disregard its own feces.
Vincent: How about a dog? Dogs eats its own feces.
Jules: I don't eat dog either.
Vincent: Yeah, but do you consider a dog to be a filthy animal?
Jules: I wouldn't go so far as to call a dog filthy but they're definitely dirty. But, a dog's got personality. Personality goes a long way.
Vincent: Ah, so by that rationale, if a pig had a better personality, he would cease to be a filthy animal. Is that true?
Jules: Well we'd have to be talkin' about one charming motherfuckin' pig. I mean he'd have to be ten times more charmin' than that Arnold on Green Acres, you know what I'm sayin'?
Dialogue from "Pulp Fiction".
Saturday, December 26, 2009
Monday, December 21, 2009
AVATAR.
Quero deixar claro de início que o filme é ótimo. Visual impecável, aventura, romance, ação e a famosa ‘moral da história’. E ainda tem Sigorney Weaver!! Ou seja, um típico filme de James “I’m the king of the world” Cameron.
Sou fã do cineasta desde “Terminator”. Virei “fã-nático” depois de “Aliens II”. O cara é um blockbuster nato. Acho estranho ler críticos de cinema cobrando “profundidade” do sujeito. O máximo de profundidade que se pode esperar de Cameron é o “Abismo” e olhe lá. O negócio do cara é filme-pipoca. E acho que é por isso que o sujeito é tão bom.
Assistindo em 3D então nem se fala.
A gente até esquece que o filme repete ad nauseam o mito do bom selvagem. Finge que não tá percebendo a criminalização do capitalismo (o sistema que permite a James Cameron brincar de Deus, como sugeriu a sempre ótima Isabela Boscov da Veja). Faz vista grossa aos estereótipos caricatos do mocinho frágil, mas cheio de “atitude”, contra o vilão fortão e sem freios morais. Finge que não é piada os na’vi nascerem com um cabo USB na cabeça. E fica espantando aquele mosquito que vem zumbir nos ouvidos lembrando o quanto os na'vi se parecem com os thundercats e os smurfs.
Vale a pena assistir. Ignore essas bobagens do parágrafo anterior, pegue seus óculos 3D e assista ao melhor filme-pipoca da temporada.
Sou fã do cineasta desde “Terminator”. Virei “fã-nático” depois de “Aliens II”. O cara é um blockbuster nato. Acho estranho ler críticos de cinema cobrando “profundidade” do sujeito. O máximo de profundidade que se pode esperar de Cameron é o “Abismo” e olhe lá. O negócio do cara é filme-pipoca. E acho que é por isso que o sujeito é tão bom.
Assistindo em 3D então nem se fala.
A gente até esquece que o filme repete ad nauseam o mito do bom selvagem. Finge que não tá percebendo a criminalização do capitalismo (o sistema que permite a James Cameron brincar de Deus, como sugeriu a sempre ótima Isabela Boscov da Veja). Faz vista grossa aos estereótipos caricatos do mocinho frágil, mas cheio de “atitude”, contra o vilão fortão e sem freios morais. Finge que não é piada os na’vi nascerem com um cabo USB na cabeça. E fica espantando aquele mosquito que vem zumbir nos ouvidos lembrando o quanto os na'vi se parecem com os thundercats e os smurfs.
Vale a pena assistir. Ignore essas bobagens do parágrafo anterior, pegue seus óculos 3D e assista ao melhor filme-pipoca da temporada.
Sunday, December 13, 2009
Thursday, December 10, 2009
Sunday, December 06, 2009
Da patetice.
Arnaldo Bloch elogiando o filme-propaganda do Lula já é patético. Agora, querendo dar pitaco no jogo do Grêmio x Flamengo é abusar do ridículo.
Subscribe to:
Posts (Atom)
