Friday, June 26, 2009

"She says I am the one, but the kid is not my son".

Lembro que nos 80 houve um súbito interesse de meus colegas de escola em minha religião. Os repórteres viviam dizendo que MJ era testemunha de Jeová. Parece que na verdade ele tinha uma doméstica que era TJ e deve ter assistido à uma ou outra reunião das TJs em função disso. Sei lá. O fato é que ele não é/era. George Benson é. Dizem que Prince é, mas não tenho certeza. Mas MJ realmente não era.
O curioso é que até um minuto antes de Thriller ser lançado eu era o esquisito da turma: O cara daquela “igreja esquisita”; ou o cara daquela “religião-que-deixa-o-filho-morrer”; ou o cara daquela "seita". Logo depois eu me tornaria o cara da “igreja-do-Michael-Jackson”. O que não era menos esquisito mas, subitamente a tolerância para com as minhas supostas esquisitices (eu não cantava o hino nacional, não batia continência no 7 de setembro e não participava de certas festividades da escola) aumentou consideravelmente. Pena que não durou muito.
Acho que se Farrah Fawcett fosse a coisa seria diferente. Hehehe!

1 comments:

Anonymous said...

Engraçado como a gente cresce e nossos conceitos mudam, né? Eu também achava os TJ's aqueles fanáticos esquisitos que não comemoram aniversário nem doam sangue...Daí arranjo um melhor amigo TJ...kkkk

Todo mundo me olhou enviesado quando eu não autorizei a transfusão de sangue no Arthur...
Eu hein? Vai que meu bebê pega aids, sífilis ou sei lá o quê só por que os médicos são preguiçosos e acomodados.

A primeira coisa que eles me perguntaram é se eu era TJ. Quando eu disse que era "atéia graças a Deus" eles não entenderam nada...

bj
Luc